O ADVOGADO COMO PORTADOR DO AGIR QUE EMANCIPA A SOCIEDADE PÓSPANDEMIA, REDUZINDO OS IMPACTOS AOS DESAMPARADOS

Autores

  • Luana Campos Professor

Resumo

A pandemia gerou diversos impactos sendo necessária a reflexão acerca da aplicação
dos direitos humanos no período pós pandêmico pelo Estado através de políticas públicas
dentro do Sistema de Proteção Social de acesso universal.
Dentro dessa transição paradigmática do período pós pandemia, observa-se graves
efeitos em relação aos desamparados e a necessidade de atuação do advogado com o
objetivo de que sejam cumpridos os Direitos Humanos assegurados pela Constituição da
República Federativa do Brasil de 1988.
O advogado como portador do agir que emancipa a sociedade pós-pandêmica, já atua
no processo de inclusão desses indivíduos, entendendo que são sujeitos de direitos que
necessitam acessar as oportunidades de desenvolvimento social.
Dessa forma, faz-se necessário observar a decretação da pandemia de COVID-19 e a
necessidade de distanciamento social sem a observância pelo Estado das medidas
necessárias a implementar ou dar continuidade a sistemas universais, integrais e
sustentáveis de proteção social pela ótica dos direitos humanos. Em seguida, torna-se
indispensável a contribuição do pensamento boaventurano sobre o “vírus como pedagogo
cruel” da transição paradigmática a organizar respostas sociais.

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Biografia do Autor

Luana Campos Professor

Advogada, empreendedora jurídica, mediadora extrajudicial,
Coordenadora Executiva do Programa Jurídico Plus Internacional- Espanha,
Presidenta da Comissão de Relações Internacionais da OAB/SE, Membro
Consultora da CRIN OAB Nacional- Conselho Federal, autora de artigos,
palestrante, especialista em Direito Constitucional, Previdenciário e Trabalhista,
especializando em Direitos Humanos pela PUC-RS, Ex-Procuradora Municipal, Ex-
Ouvidora Municipal e Ex-Conselheira Seccional da OAB/SE. Endereço eletrônico

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Publicado

2024-08-05

Edição

Seção

ARTIGOS